
MEU PAIS É UMA COLMÉIA DE DESONESTOS.
Data 27/03/2015 12:00:25 | Tópico: Sonetos
| "Ao cego a escuridão se faz indiferente, mas a indiferença pode lhe causar infindos transtornos" MJ.
O meu viver assemelha-se a penitência, Mas não devoto-me a mera sofreguidão, A natureza me infringe tais carências, Que os meus dias parecem mais a maldição.
Pergunto a Deus porque tal maledicência Se em outro prisma sou a ele assemelhado, Porem meu ser é um antro de mera falência, Não mais agüento o descaso generalizado.
O meu pais é uma colméia de desonestos, A abelha rainha desvia o própole indevido, Sobra às massas viver funesto desmerecido.
Veio um messias tempos atrás nos socorrer, Logrou êxito por ser um ente determinado, Para tanto doou a vida fora sacrificado.
Enviado por Miguel Jacó em 27/03/2015 Código do texto: T5184839 Classificação de conteúdo: seguro
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
|
|