
Fogo ancestral
Data 15/02/2015 19:30:36 | Tópico: Poemas
| Experimentando os nossos sonhos, sempre que se desperta, para algo que nunca muda ... O estilão do sol a forma da lua, o fumo das nuvens do fogo ancestral, como uma ciência oculta na reverência do mar, à vida que nos colidiu.
Deste declínio da desgraça, alargando um degrau para o caminho dos deuses, que estão partilhando a escuridão para nós mesmos, para terminar o nosso apocalíptico do templo da morte.
Longe do coração na carência da noite, da turbulência das 1000 formas num círculo vicioso da verdadeira história, da solidão à coleção das lágrimas, dentro de uma jarra, em que se jogou fora.
Degradando, quando a luz vai para baixo, imaginando uma cova rasa, para deixar o suspiro da minha voz, e enterrar o desespero da alma.
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