
; velar-te-ei afugentando algumas rajadas inexistentes
Data 18/10/2014 04:43:41 | Tópico: Poemas
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; velar-te-ei afugentando algumas rajadas inexistentes mesmo não sabendo do que fujo
se da pedra que cresce pelo repouso de um até amanhã
se da sombra dos braços do rio que encobre a voz pousando pela madrugada dispersando-me à nudez do vento indiferente aos leves murmúrios
que persistem sempre.
I
mais vazio mais longínquo
peregrino dentro de mim sem o branco do luto.
II
acolhe-me ermo
desabitado assim desvelado
.renascer-me-ei então.
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