
Évora Morta
Data 30/09/2014 16:30:23 | Tópico: Sonetos
| Évora morta curvada à solidão, ruas tristes, tristes ermos, calçadas e janelas que na dolência, ao passar, ansiando por perdão, gemem pelas horas a desgraça das vielas …
Évora morta deleitada à solidão terra seca de melancolia que o tempo leva pela mão, na brancura, dia-a-dia …
Évora morta num silêncio que vigia, num espasmo de quimera numa noite que inicia … e quase desespera!
Mas quando manhã alta o Sol desponta, Évora desperta, Évora amanhece, para logo anoitecer, e voltar a ser, Évora morta!
Ricardo Louro em Évora
Numa noite solitária e calada andando pela Cidade com o Joel Rodrigues e a Cláudia Alves ... amigos de sempre.
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