
Flutualidade
Data 13/08/2014 21:12:27 | Tópico: Poemas -> Introspecção
| mas, se não foi dado asas ao humano, foi-lhe entregue a leveza d’ alma para alçar voos em distintos céus.
por dentro de si, voa investindo em próprio universo onde estrelas mapeiam territórios com suas complexas atmosferas; ego, amor e ódio se permutam e até se acariciam confundindo as faces após mil voltas no próprio entorno para exaltar o núcleo.
confisca tesouros e outras bugigangas sentimentais para pendurar em tolos instantes prescritos por malandros desejos, incrustando-os na diáfana liberdade de se fazer majestade com a extensa envergadura dos sonhos... incansáveis asas que o tempo só apara quando o céu, de dentro do ser, apaga.
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