
; ruem pelo tempo subitâneo dias noites onde me perco
Data 31/07/2014 17:57:49 | Tópico: Poemas
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; ruem pelo tempo subitâneo dias noites onde me perco
se me cobre o rubicundo incerto de certas romãs da mesma forma que volvo para nós olhares inflados [porque não?] vultos prementes
cheiros a canela alagam vozes de estrelas que ouço sem entender.
Eis-nos aqui nós aqui sós roucos rastejando somos transparências que se evadem deslumbradas
I
[e] dizes-me: - inflamam-me imagens revoando os sítios despovoados das mimosas
[e] digo-te: - guarda-me o cansaço dos orvalhos perdidos
II
é pelos telhados caiados a vento que habito tudo
por esse todo que me desabita.
III
Alumbra-me num dia assim em que a morte
saiu à rua. só
(; reintroduzindo-me em F.Duarte libertando-o)
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