
Da poesia para a poesia
Data 27/05/2014 00:51:16 | Tópico: Poemas
| Radhe Cierto es que la vida regodea. de instintos que poseen palabras perversas, dominio sin elocuencia... musica que embriaga al poeta.
Marduk Um poeta embriagado não por vinho, pela melodia do seu álcool de palavras, do seu mergulho em rios de melancolia. em sorrisos de choro, olhando para seu ridículo espelho... Ridículo rosto de seu rosto, de seu choro sem razão, pela dor que o acompanhou, para a solidão que se tornou.
Radhe Melodia nocturna que besa mis sueños, camino por senderos, entre fuego y espinas, sintiendo tus pasos a mi lado...
Marduk Porque não sonhar? Fugindo do pensamento do que é certo, deixar sermos dominados pelo domínio, por aquelas suaves pegadas que possas sentir... Na força do sonho que não deixaremos fugir. Radhe Por que mi sueño se torna gris? Por que el remedo de mi alma ha quedado así, fingido,transtornado, vacío, herrante sigo al paso lento, cansado. Marduk Um sonho cinzento por um dia cinzento, até mesmo estes dias são belos. onde a alma se encanta, vive e renasce, no vazio de esperança, no transtorno do medo, soltando deste cansaço que um dia, seguimos por uma eterna dança. Este poema foi escrito junto com uma amiga poetica VIRTUAL \\\\\\\'\\\\\\\'Facebook\\\\\\\'\\\\\\\'(digamos um desafio \\\\\\\'\\\\\\\'feito por ela\\\\\\\'\\\\\\\' Bem poema então no resumir é \\\\\\\'\\\\\\\'meu\\\\\\\'\\\\\\\' Hugo Dias Marduk e da POETA Liz Radhe ( https://www.facebook.com/profile.php?id=100008301975603&fref=ts )
|
|