
Ausências impessoais tal o voar irrequieto das andorinhas pelas tardes de primavera
Data 21/05/2014 05:18:47 | Tópico: Poemas
| . . . . . . . . . ..................................... *************************************
Nomeias esquecimentos daqueles dias não distantes onde a claridade sangrava Onde os passos se arrastavam e os corpos desejavam descansos retendo o brilho do desejo Num Manto de água em queda.
Falas-me então do tempo marinho das Fugas Sempre iguais
Buscas sempre constantes que me habitam e consomem
Afinal o que será o paraíso? Onde termina este caos (o meu ou o teu)?
Ausências impessoais tal o voar irrequieto das andorinhas pelas tardes de primavera Faz-se então tarde As velas sopradas a norte apontam o destino dos navegantes.
I
E falo-te uma vez mais no destino Fado que me destrói Consome Reconstrói
Sempre Mais um pedaço.
Cegam os olhos os reflexos do além-mar.
(Ricardo Pocinho)
|
|