
O AMOR GERMINADO EM BEIRA AO CAIS.
Data 08/05/2014 04:34:09 | Tópico: Sonetos
| Quando o amor é germinado em beira ao Cais, Sofre os desgaste dos bafejos de tantas ondas, E nosso íntimo parece que nunca se satisfaz, A gente quer, parece que o amor nos zomba.
As nossas forças perdem todo domínio próprio, E sem saber vamos aos poucos nos afastando, Se nos perguntarem sobre o amor a gente topa, Mais os desejos desaparecem e nos abandonam.
Restam as lembranças insuficiente pra vivermos, É inevitável dolosas trocas de fortes acusações, Mas como culparmos a dois perdidos corações.
Inda resta vida em duas carcaças desmanteladas, Quanto aos afetos que procuremos noutros seres, O arrependido merece perdão quando prostrado.
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