
Inclinação - Capítulo VI
Data 24/02/2014 14:06:00 | Tópico: Poemas -> Amor
| 'Não posso consentir mais um erro quando não sei o quanto dura a vida', A persistir, posso assistir ao enterro se ela for a minha terra prometida, Após rejeição, a minha personalidade quase me impede de ver o lado dela, E julgando ser a última oportunidade no dia seguinte rebobinei a novela, Aceito 'Sim, nós podemos', eu Obama para ti, e um talvez a uma próxima vez, Ou então como Afeganistão, eu Osama escondo-me e tu nunca mais me vês, Mas ela nem hesitou na sua resposta acedendo positivamente à proposta, E enquanto se mostrava bem disposta eu mostrava-me o all-in da sua aposta, Vista de legista no seu vestuário quando tirei cada uma das suas vestes, Ela, retrato realista, eu visionário quando escrevi 'Corpos celestes', Sabia que seria um sonho elaborado preparado para eu o viver acordado, O seu sorriso me mantinha encantado enquanto queria ter o tempo parado, Demasiado avançado deu-me um sinal claro de uma conversa produtiva, Eu já a via como meu desejo matinal numa noite que estava demasiado viva, Refém do seu olhar que me enternece eu entrego-me a tudo que aconteça, E por ela farei tudo como se tivesse no karma uma arma apontada à cabeça, Escondo antes que isso me transpareça e ela descubra o que me vai na mente, Mesmo se tiver amnésia e me esqueça tudo surge mal ela apareça à frente, Finalmente, foi a cura de um doente que nem sempre conseguiu ser paciente, Pois o alarme iria soar como urgente no dia que ela evitou o acidente, Com sol eu ainda precisava de velas isso prova quão perdido me encontrou, E como não precisava mais da luz delas foi num sopro o vento que as apagou.
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