
Um poema que morre
Data 03/02/2014 15:54:46 | Tópico: Poemas
| As minhas mãos percorrem o vento descem pelas colinas em cipreste a galgar as tempestades como um cavalo alado…
Atada em palavras que me queimam procuro em galopes vorazes o silêncio na candência do sol…
Esferas de fogo no universo azul em cinzas que beijam o olhar arrumo as nuances do arco-íris quando a chuva o deixa cair ao fim da tarde…
Balanço as águas em calmos versos que a alma apara para atravessar o tempo escrevo o corpo com tatuagens versejadas…
Encontro veias rasuradas em papeis amarrotados com canetas sem tinta…
Os olhos não mudam…choram prenomes de um poema que morre na observação dos homens que se calam sentados em gritos de fama…
Tocam o sangue esquecido o fogo consome os silêncios mas nunca a identidade da verdade!
|
|