
PERIGO! NÃO LEIA! A ESPECIFICIDADE DA ESSÊNCIA HUMANA
Data 17/12/2013 13:12:38 | Tópico: Poemas
| A ESPECIFICIDADE DA ESSÊNCIA HUMANA Davys Rodrigues de Sousa, Teresina – PI, 11 de Novembro de 2012
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Incomensuravel e abrupta(mente) misérrima é a condição da existência humana, O homem é um ser ignorante de si mesmo E o mundo que o cerca é um labirinto sombrio E falso às suas ilusões perdidas e frustradas. Estas frustrações desumanas corroem A condição natural das coisas, Tornando o homem um fantasma, uma sombra de inquietude, incompletude.
O ser humano é um universo inteiro e complexo cheio de variáveis. As pessoas fingem o que não são! As pessoas mentem, manipulam, amam e desamam.
O vazio que preenche o homem É um espaço obtuso de sua realidade.
A essência humana é a superficialidade do caos do mundo.
Antes fosse o verdadeiro gozo de felicidade, Da plena entrega a algo que nos limitamos a compreender, Perdido pela volúpia Desnorteando toda a natureza inocente De um momento que poderia ser arrastado a outros.
Talvez, o amor seja uma fantasia, Uma ilusão que precisamos Para ter, fazer algum significado. Existe amor?
Calamos introspectivamente E meditabundamos a etimologia, A definição e o sistema para tal sentimento, Porque o homem é um ser que busca sempre significados, Ou é apenas, um fantasma de sua loucura interior.
O poder e sexo agem persuadindo-nos Corpo, mente e alma. O mundo brada por sexo. Assim, como toda a vida animal, selvagem clama por sexo; Homens e mulheres clamam por sexo.
O sexo tornou-se uma droga Sexo não é amor, sexo é uma atividade física. O sexo, às vezes, é uma foda com má utilização, manipulação.
Somos fantoches Ou deixamos ser, absurdamente voluntários objetos sem vida própria, Sem sentido na vida, Porque nos entregamos inutilmente À pérfida volúpia ascendente da inquietude orgástica Semelhando-a a um estado regozijante Que denominamos PRAZER.
Em todo ambiente humano, A imediata procura pelo sexo: Os homens pagam por sexo, cheiram, suam, Respiram sexo, envolvem seus corpos com sexo E perdem-se dos seus caminhos pelo prazer do sexo. Sexo é uma estrada perdida da vida!
O Amor, este dissabor de realidade humana! O Amor sob as mascaras bestiais do homem, Indeformável, impróprio a tal capacidade Se ele faz do amor, uma arma de sobrevivência oponente, Genérico na sociedade, em que vivemos, hoje...
No amor, tornamo-nos loucos... Às vezes, obsessivos, incapazes de amar De forma livre e espontânea e sincera E de sermos amados na mesma natureza.
Em todo ambiente humano, A imediata procura pelo AMOR: Mulheres buscam amor, Homens querem pagar por AMOR, Mas ambos os homens e mulheres mentem no AMOR, Por AMOR e com AMOR... No amor, o homem e a mulher, Tal seja numa relação afetiva: (homem x mulher; homem x homem e mulher x mulher) Buscam a união entre si.
No sexo, o homem e a mulher buscam a separação entre si, Aqui, TODOS fodem todos, Objetos sexuais, pedaços de carne!
Assim, como um pedaço de carne Que ingerimos, podemos ingerir pessoas no SEXO, E aquela pessoa passa por um processo semelhante à digestão da carne, Aqui, todas as pessoas usadas e as pessoas que estão usando, Embora ambas estejam sendo usadas, Agem por um egocentrismo sexual; O processo de digestão passa pelos sentidos Até chegar ao gozo genital Tal como a carne feita em dejetos.
A complexidade humana é tão perdida Quanto a sua delimitação. O homem, a partir da matéria, Ele não passa de um ser de concepção orgânica e inorgânica, Cuja carcaça é ínfima e pérfida. O homem, a partir da alma, A sombra da luz divina de toda a sua vitalidade. O homem, a partir do espírito, É o caos que assola o mundo.
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