
A Vulgar.
Data 17/11/2013 03:27:36 | Tópico: Poemas
| Tu não és para os meus dias. Nem para as minhas noites. Tão pouco para meus sonhos. Muito menos para a minha vida.
Tu passas todo dia ao raiar do sol. Com uma mini saia bem curtinha. Rebolando devagarinho. E me jogando beijinho.
E a noite ao voltar. Pela avenida a caminhar. Iluminada pela luz do luar. Faz gestos querendo me provocar.
És doce bela e dengosa. Perfumada como as rosas. Com seu corpo sedutor. Quer conquistar meu amor.
Tu é só malícia. Provoca e atiça. Tu é perdição. Não entro nesta prisão.
Não vou te amar. Não quero me aprisionar. Não quero me machucar. Tu és muito vulgar.
Tu não és para o meu canto. Nem para as minhas canções. Muito menos em minhas poesias. Vê se te liga guria.
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