
QUANDO o SOL NASCER
Data 03/01/2008 20:50:28 | Tópico: Poemas -> Surrealistas
| Impérios desabam nas sombras dos nossos sonhos, baby, as flores pisadas gritam linguagens que apenas personagens anônimos nos delírios compreendem, e calam. O louco tem a honestidade de acreditar nas histórias de terras prometidas, mas aqui preferimos a ilusão das negociatas d o que encarar a verdadeno cinema das estradas. Caminhos serão com hora marcadae cartão de ponto. O apocalípse só poderia mesmo ser nosso festival. E parvos, apaixonados pelo vazio, erguemos orações ao fim.
O fim armado de vampiros e lobos metálicos fantasmagoriza o solo viciado da cidade impotente de constelações.
Há uma luta de classes na automecânica, Príncipes e Contrabandistas conchavam no banco traseiro do ônibus venha cá, boneca tudo está escuro sob as barbas do sol todas as nações estão loucas sob a festa dolorosa do Dilúvio todas as pessoas desaparecem atrás da porta descomunal da noite quando o sol nascero desespero vai estar morto outra humanidade aparecerá o Oriente vai ser o repouso dos andarilhos o Oriente vai receber com pompas de herói ao navio apinhado de visonários e loucos sem pátria sob as barbas do sol o que é novo vive nas sombras mas nos cabelos do sol uma raça de guerreiros copula com as bruxas da inquisição.A Terra fogea terra acode mas teu pulso sacode nas direções sinistras - anões devoram o anjo leguminoso com asas de tesoura. Cavalos acenourados relincham na boca do meu sexo caído fúnebre muito fúnebre réquiem a um corpo de mulher esfumaçando na floreesta eletroacústica
Eu sou o Rei eu sou o Poder e executo povos Eu sou a luz e o carrasco o Conquistador das terras selvagens navegando navegando em teus lábios de selva de Atlântida
Vamos, mulher,sinos de fogo propagam nosso amor além da inútil santidade do real assim, nenhuma técnica moderna de comunicação desvendará a chave esotérica do Poder
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