
Com a vista úmida, viver entre eles.
Data 11/11/2013 08:21:23 | Tópico: Poemas
| Eu ainda me lembro, não há uma montanha, em seu pé há um fluxo, verdejante prado. Essencialmente o mesmo, não é a estranha, infantil, infeliz, uivando, só alastra o brado.
Então clama o rei, aos mergulhos sob a chuva, rápido corre a balsa, de onde um rugido sai, um grito terrível, em dupla deixa alma viúva, na parte inferior, do leito de relva é o pai.
O vento vem, refresca o bosque em curvas, a folhagem apodrecendo, urro da terra úmida. Aí, em seguida, no breu, singrar águas turvas.
Nos frios filetes das folhas de flandres, anos vão passar, até mudam a vista túmida, vivendo entre eles até a morte nos estandes.
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