
BENÉZIN NUM ERRA TIRO
Data 29/08/2013 11:55:10 | Tópico: Contos -> Humor
| O fabuloso fazendêro - Senhor Bruno Mezenga tava no maió ronco, condo o telefone toca, em prena madrugada: - Aqui é o Bené, o casêro da sua fazenda!
- O qui hove Benézin, aconteceu arguma coisa grave? - Nada não, dotô! Eu só quiria avisá quio seu trinca ferro morreu!
- Meu trinca ferro? - Aquele que ganhô o concurso no mêis passado? - Sim, este mémo!
- Puxa vida, num pode ser! Eu paguei uma furtuna nesse passarin... mais ele morreu diquê, Bené? - Cumeu carne istragada!
- Carne istragada? - Quem deu carne istragada pr’ele? - Ninguém não Dotôr... ele tava sorto, e cumeu de uma das mula que tava morta.
- Que mula? - Das suas mulas puro-sangue! Essas morrero de cansaço, puxano carroça d’água.
- Puxano carroça d’água, Bené!? - Que água? - Pra pagá o fogo!
- Fogo, fogo - fogo? - Mais onde, Bené? – Disimbucha. - Na sua casa uê... a vela caiu na curtina e ela pegô fogo.
- Vela? Mas quem foi acendê vela lá im casa, se tinha letricidade? - Foi uma das velas do velório!
- Velório?! - É. o velório da sogra da sua muié... é quéla chegô aqui de madrugada sem avisá e eu rapei nela o dedo - mai –num foi a mando não patrão, eu qui pensei que fosse ladrão!... Mais isso já tem uns 15 dia, patrão.
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