
Um Sacrificio deveria ser um Acto-de-Amor!
Data 08/07/2013 00:08:20 | Tópico: Textos
| A Culpa, o julgamento e o medo, os três "nós psiquicos" que impedem o Coração de abrir à dimensão da Alma :
A VIDA MAIOR EM CADA UM!
SATURNO: o Sacrificio, o complexo de culpa!
Todas as renuncias deveriam implicar uma dimensão "lavada" de sacrificio, pois Sacrificio, vem de SACRO OFICIO, ou seja, Oficio Sagrado.
E todo o Oficio Sagrado deveria ser um serviço que une os Seres Humanos, cada Ser a outro Ser, todos os Seres.
Oficio Amoroso que dimensiona e integra as Energias do Coração!
Um sacrifio deveria ser um Acto-de-Amor. Assim demonstrou Cristo ao dar a sua Vida para Ensinar que só o Amor Salva.
O que ocorre, é que os crentes de hoje identificam este acto do Cristo (aceitar morrer) com o peso dos seus pecados, preferindo assim inclinar-se à cruz (morte) esquecendo a ressureição (Vida).
Em analise profunda, os homens de hoje culpam-se, julgam-se e teem medo. Bloqueiam o acesso às suas Almas, ao seu Sentir mais vasto e profundo.
Deste modo, nunca poderão identificar-se com uma renovada noção de sacrificio onde o peso dos actos que praticam ficariam "lavados" pela dimensão Amorosa que lhes deveriam injectar. Não sabem fazê-lo.
Este acto, apesar de doloroso, ao ser identificado com a Lei do Amor ficaria Baptizado, renovado, lavado nas águas do Jordão.
Hoje em dia, encontramos muitos seres que procuram ajudar o seu semelhante sem antes se terem ajudado a si mesmos. Isto é uma fantasia! São seres que fogem de si em busca no exterior de algo que só dentro poderão encontrar, a Paz Interior.
Seres áridos, masoquistas, reduzidos e redutores ... Por lá passei nessa curva do caminho. Passei e não fiquei, senti e libertei, morri e Ressuscitei!
Quando se sente que a Vida é um "fardo" é tempo de reflexão sobre quem somos e o que estamos a fazer de nós mesmos. É tempo de verificar se transportamos coisas que não são nossas. Um sentimento de falso dever, por exemplo!
O Cristo ensinou a Liberdade de Espirito, de Alma, de Consciência.
Amor é Consciência e Consciência é Amor, afirmou um dia o Astrologo Americano Alan Oken.
Ninguém nos pode dizer quem somos ou o que fazemos aqui, somos nós que temos que descobrir. No fundo, estar frente-a-frente com a Ordem do Universo, que é Deus, sem intermediários.
A Astrologia ensina que ninguém atrai peso superior às suas forças, e que destino, a consequência das Energias que cada um transporta consigo mesmo.
"Conhece a Lei e sê Livre", dizem os mestres orientais.
Quando alguém se assume como "sacrificado" não cumpre um Oficio Sagrado, um Acto-de-Amor. Cumpre uma pesada pena que se deu a si mesmo para se "auto-flagelar" pelo peso das suas culpas. No fundo, culpa-se por se "entitular" pecador e por sentir medo de não ir para a vida Eterna.
Culpa-se, julga-se e fecha-se no medo ...
Mas a Vida Eterna é aqui e agora, pois se a Alma é Eterna, nós já estamos na Vida Eterna. É o corpo que perece e não o Espirito. Relativamente ao "pecado", os orientais Ensinam que pecado é ignorância. Ignorância destas evidências Sagradas.
Que se rompam velhos padrões e se conscencialize um Novo Tempo, pois é tempo de Amar sem bloqueios ou falsas virtudes!
Que seja para a união das Almas na Luz da Consciência! "OM" a Via da Universalidade.
Ricardo Louro
|
|