
"culpa mea est, [non] esse parens"
Data 23/04/2013 11:54:15 | Tópico: Poemas
| “ Na morte há pouco mais de acerbidade; Mas para o bem narrar lá deparado De outras cousas que vi, direi verdade.” Dante Alighieri - A Divina Comédia - Inferno, canto I, versículos 7/9 [eu]tenho minha mãe e minha meia irmã, mas sou um solitário pela sua ausência que tanto sinto [ele] jamais me guiou ....tomou pela mão ...... ..... me ensinando a andar pela calçada jamais me deu sequer uma orientação para que não seguisse [por]outra estrada que não a tortuosa que escolhi agora.
nunca caminhamos juntos lado a lado, conversando animados como dois amigos; tive de minha mãe só o pão e o abrigo mas faltava-me ..... “estímulos” ...o apoio ......... tão almejado.
Bom que não posso perder o [pai] que nunca tive; .... não .... .... não foi minha culpa não ter tido um pai; só por isso não tenho saudades .... .... não digo um .........ai; o que dói, é o “abandono” em que sempre estive sem nenhum arrimo
queria pode destruir a imagem [dele] que sobrevive; em meu peito febril ...... acabar com a dor que corroí, a alma ......sem sustentáculo ..... me faz ter tanto amargor.
essa melancolia que carrego [eu] é um sofrer lastimoso; e interminável. essa procura por alguém [meu pai ] que ..... talvez ........
.................... [eu] nem queira ..................... encontrar !!!
não peça que eu perdoe [meu pai];jamais poderei perdoar ...... o abandono ..... insidiosa amargura que me deixou plantada ninguém ensinou a amar meu pai; ninguém ensinou amar alguém; somente sei que passo a ....... procurar; minha vida só valerá de verdade, quando a minha procura chegar .......... ao fim ........ ou quando conseguir matar em mim
essa figura ....... que “assola” ...........................................
desde .............................
tenra idade
(meu pai que nunca conheci)
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