
A estrela
Data 07/12/2007 17:55:30 | Tópico: Poemas -> Reflexão
| A estrela
Ah estrela de constelações Áureas e formidável beleza, Da fronte suave e delicadeza De exorbitadas contemplações.
De tez lívida e bem tratada Formosura, como uma gaza Bordada de pasmadas gradadas, Suspirando desejo a cara.
Robustas e cingidas faces, Graves, suaves e venustas Faces cingidas, robustas, Venustas graves e suaves.
Que contemplam o inexorável Estrelar absconso sideral, Crestadas do toque feral, Arcangélico e lindo, amável.
Espaço! Clarões sidéricos De imensos borrões cinzentos, Fulgurante dos céus, sérico De imagens e sentimentos.
Resplandecentes de amores Que ecoam, inconsequentemente Nas noutes e escuros clamores De amores Resplandecentes.
Enamorado de enamoradas ditas Situações, enamorando truões Obsequiados de imensidões, Ditas, tidas, aditas...
Tiaras de airosas aparências Como o oiro, como o cerúleo, Abismada de mistérios, acúleo¹ do tudo, assim como a ciência.
De onde vem? De onde irrompe? D'amplidão sanhosa pelejante? De ponto a ponto apenas rompe os olhares tímidos gotejantes.
Ah estrela linda. Linda! Linda! De celestes imensos, imensidão De uma beleza além da vastidão Celeste, linda, estrela infinda!
___________________________ ¹- fig.,
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