
,e chovem estrelas
Data 04/01/2013 03:05:11 | Tópico: Poemas
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“-uma vez”,
(I)
e como o som dos violinos, abarca,
o que as mãos e os braços não cingem.
,tem anos que começam assim, ímpares ou não,
com som
,e chovem estrelas, meteoros cansados
que me arrepiam, sem arrependimentos,
apenas me esqueço, apenas me precipito, apenas
possíveis futuros reaparecem, entorpecidos.
,e, se me recordo desfraldam-se as velas,
morrer-me-ei então, pela viagem, pelo tempo,
“-mais uma vez”.
(II)
seja-me a visão única do horizonte, clara, sem promontórios distantes ou rochedos submersos,
“-nessa única vez”,
(III)
,que me seja permitido, ir,
além.
Textos de Francisco Duarte
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