
[ … e tantas são as auroras por onde se espraia o sol
Data 09/10/2012 21:38:37 | Tópico: Poemas
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… e tantas são as auroras por onde se espraia o sol, quão perto o sorriso teu acorda orquídeas adormecidas.
Mira aqueles pássaros que migram noutros céus, em viagens sem regressos, olvidam-se as dores que escurecem tardes. Fala-me do amar, fala-me desta morfina que resiste, que esconde sílabas, silêncios, distâncias, afasta-a de mim.
[… e quando o mar me envolve, resto-me como náufrago, qual perene é o murmúrio, mor o sussurro relembrado …]
E no ocaso que se aproxima neste páramo meu, por onde me morro, recolhe-me,
apenas.
“- Na verdade vos digo, os pássaros que morrem caem no céu e as cinzas de Maria Callas vogam pelo mar Egeu.” do ciclo uma sílfide adormeceu no leito de uma orquídea branca.
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