
Dueto Nesse barro que me esbarro! SOL Figueiredo & Marcos Loures
Data 26/07/2012 01:30:42 | Tópico: Duetos
| Nesse barro que me esbarro! SOL FIGUEIREDO e marcos louresNesse barro que me esbarro, Vou sofrida em triste vida, Modelando máscaras doídas, Perdida, narro esse escarro!
Cuspo fora a dor da latência, Cumpro uma missão bem comprida, Revelo minh’alma já contida, Sentida, pareço sem clemência!
Esbarro em gente que mente, Sigo em frente, sou demente, Finjo contente, com fé na vida!
Sem rumo, já sem semente, Aturdida, corro na tua frente, Sim, tu és meu presente da vida!
© SOL Figueiredo - 26/05/2012 – às 06:55h
A vida regurgita a dor enquanto Meu passo segue além do quanto outrora Pudesse desenhar o que ora aflora Moldando com certeza o seu quebranto,
Porém quando envolvido em teu encanto, A dor que habita na alma não demora, E o mundo se desenha em rara escora E mesmo após a queda eu me levanto,
Petardos quando em volta do que um dia Mostrasse simplesmente uma sombria Verdade que domina e nos transforma,
Apoios em momentos tão coléricos Expressam caminhares quase homéricos Ditando em esperança a nova norma...
© Marcos Loures – 27/05/2012 – às 08:50h
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2012 – às 20:37h
Código do Texto: T3797114– Dueto 87
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