
Tempestade
Data 14/04/2012 19:43:55 | Tópico: Poemas
| Pranteio trevas na madrugada sangrenta, Sou um incrível vagabundo na apoteose da vida, Desfilo minhas inconseqüências de forma desmedida E me revelo no tufão mágico que meu eu enfrenta.
Transtornado pela glicose de um sangue virginal, Sussurro labaredas que se espalham com a brisa Dos ventos moleques que se soltam à guisa De soprar areia para encobrir as veleidades do mal.
Nas encostas adjacentes dos vilarejos do mundo Há bastardos devaneios que sempre vêm à tona, Nos pensamentos disformes que a madrugada engoma Revelam-se astúcias que me tornam cicerone e vagabundo.
O trânsito é bifurcado por um lato ideal homicida Que serpenteia as veredas e os sonhos da própria vida!
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