
POBRES COITADOS
Data 21/02/2012 17:37:56 | Tópico: Poemas
| Mãnha cinzenta,baixa neblina, úmida,fria. A aragem vai se insinuando como placente, se fixando no "sai não sai" dos temerosos de contrariarem qualquer malkdade da sociedade, ou de agirem contra si próprios, contra a verdade...
Raio de sol; luz triunfante corre a neblina, tira a umidade; raio de luz que rasga fundo, bem lá no fundo de nosso espírito e o entusiama,e o anima, apaga a "cruz" varre o miasma solto no mundo.
Plano esboçado na noite fria é praticado durante o dia...
E o sol,paciente, acobertando o maql e o bem: eis o impaciente se consumindo; o debochjado que fica rindo; o invejoso em seus esgares; o amoroso,sempre sentindo os bons momentos e os ansiados para outra noite; e o avarento sentindo açoite do pão que come e lamentando o gasto feito p`rá um novo dia..
O orgulhoso que se arrepia de ver o sol esplendoroso; o paciencioso que calma espera se realize sua quimera; o cruel,irado,rogando praga ao desgraçado que a vida traga; e o caridoso,o homem bom, lembra:"outro dia,tenho,senhor, para fazer,alto e bom som, a caridade,o puro amor" E todo o mundo bem satisfeito pelo proveito de novamente poder viver, póder sentir que mais um dia passar vão ver...
São todos eles,queiram ou não, tristes figuras de encenação que o destino move a seu gosto. Pobre coitados! P`rá se enganarem e nãop sentirem amargo gosto, criam seu Deus e lhe confiam o seu futuro,sua esperança...
Como se Deus, o Deus de tudo, Deus do infinito, o eterno Deus está acima dos pigmeus, fosse perder a eternidade de um só segundo com a maldade ou sofrimento da humanidade!
BARTON HABBAB !!
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