
[e quando as tuas petalas caem]
Data 17/02/2012 12:13:30 | Tópico: Poemas
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… e quando as tuas petalas caem das nuvens azuis, e quando as tuas petalas se misturam com o mar, os ventos que sopram sossegam, as calmarias regressam, … os adamastores, em bojadores floridos, respiram os odores das madressilvas, e das tulipas que lá plantaste. … Queria-se o poema assim, apenas assim, sem tormentas, vulcões, sem tempestade, furacões, … e no tocar do teu cabelo, e no tocar do teu seio, e no colar-me ao teu corpo, [nesse teu aroma de canela], … nasce um arco-iris na noite, e rasga-a, na escuridão do inverno.
Não sei se é amor, não sei, nem sei de mim, não sei, sei da ondulação do teu corpo, desta minha tatuagem de ti, sei, que … me ondeio nas tuas ondas, … sei, que … quando te penso, penso-te mar, … sei, que, … sempre assim será. … [Queria-se este poema...assim], apenas, assim...
das partidas e de alguns regressos...
O Transversal “La Folie, Lydia the Tattooed Lady, dos irmãos Marx,... das viagens, das estações do ano, das partidas e de alguns regressos...”
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