
Ou Outra Puta do Cais de Carvão
Data 13/12/2011 19:07:41 | Tópico: Poemas
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até tu, que não leste Marcial e Bocaccio mas estranhamente dizes saber tudo do Ventre DELAS (Isto é: quando puxas do cigarro e equacionas o teu recente Mal-Estar) poderás vislumbrar esta conclusão-fecho-da-abóbada o topo da pirâmide boreal de conhecimentos-Fêmea a gablete gótica esculpida em nervuras no vestido de Marta (Ou Sara, ou Dora ou Berta – nom de la rose - Ou outra Puta do Cais de Carvão, alinhada por Joyce - Quando Era Jovem - Oh, yes, Dublin) De que: o amor-Auschwitz, a paixão-Buna (as vossas casas aquecidas) o flirt-Ponte-Aérea, o mero aperto do Coiso (Repitamos: o mero aperto do Coiso) é não mais do que a rutilante tatuagem daquele que deixou de lembrar, de querer (1944), e como machine-à-ecrire antecipou todo o Século no braço (como Ele se ergue – Encarnado o Verbo Quente Na Rata de V.- Ergo Cloaca Mundis Agharta) Gravando: ne pas chercher à comprendre.
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