
*Mil Poema a Neruda
A palavra viajava em ritmo e emoção Nos versos a canção de amor eterno “Vinte Poemas de Amor” era canção Aos olhos da amada pranto e terno
No crepúsculo da mente pernoitando Os versos serão sempre infinitos Correndo em amplidão e se afoitando Na arte dos sonhares, dos conflitos
“Cem Sonetos de Amor” a página lambia Olhares vislumbrados em sonho igual Cativo das palavras alimento e fantasia Roçava a tinta num canto vendaval
Viveu a sua época gritou e escreveu “Confesso que Vivi” suporte atual Não fosse a mente rica que venceu Venturas e aventuras no verso pedestal
No auto-retrato incrustado na palavra A complexidade envolta sob o véu Conheceu o mundo seu verso, a lavra De abundante fonte ao Prêmio Nobel
SoniaNogueira
Sonia, gracias, es un placer inmenzo recibir tu poema a Neruda Gracias por ser parte de este proyecto para el mundo Abrazos Alfred Asís
Enviei três poemas, todos escolhidos que vão para antologai a ser divulgada pelo mundo.
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