
A verdade do caos
Data 04/06/2011 06:29:26 | Tópico: Poemas -> Introspecção
| Demando a chama nas trevas Ergo a cada queda entre o tumulto do egoísmo Vivo no meio do caos mundano Qual onda de espuma volúvel que na praia rebenta Trepo ao convés de um navio que naufraga No centro de tenebrosa tormenta
Suporto a balbúrdia de perfil erguido Mantenho a lucidez na confusão Navego na quietude mesmo em mar de inferno Sulco águas poluídas com alma de mansidão Permaneço em refúgio de silêncio rodeado de tumulto Mesmo em torrentes exaltadas de agitação
Moro em casebre de inteligência Numa agremiação feita imbecilidade e capricho Gemo sob a opressão de um fardo pesado Progrido numa transfiguração de posturas Assimilo o evoluir consciencializando o fado Aprendo com a desvirtude, qual visão Transporto aos ombros as penas do presente e do passado Sem condições de libertação dos tentáculos do pânico Como se o futuro fosse inexistente Construído apenas paradoxalmente num vazio vulcânico!
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