
Na cegueira de olhos abertos
Data 06/04/2011 09:54:25 | Tópico: Poemas -> Reflexão
| Os ruídos da mente mentem penetram nos poros infindos, absorvem o silêncio …calam a consciência destroem a lucidez.
A consciência no meio da azáfama da mente inquieta busca para lá de si as razões que quer envolver (resolver sem ver)
Distraí-se…
Abstraí-se…
Da realidade com luz.
As raízes brotam do escuro e à claridade ofertam as pétalas de veludo os aromas aprazíveis, elevados ao azul celeste que cobre todos os universos
Mas nem todos o observam… Na cegueira de olhos abertos amarrados à cintura com o peso alquímico das pedras sem filosofia…
Na distracção constante dos elos mais importantes (imponentes) aqueles que sustem a vida a paz em amor pleno e genuíno.
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