
OS ANIMAIS LIVRES DO TEJO
Data 18/02/2011 19:43:22 | Tópico: Poemas -> Sociais
| De carmim são as casas, põe-se o sol, nasce o sol, por mais que tu faças.
Junto um rio escorre brandamente, é pela corrente, que ele nunca morre.
Pássaros fazem ninho, entre a ponte e algum monte, cantando bem baixinho.
No estuário do Tejo, animais desiguais, é isso o que eu vejo.
Assim há que preservar estes espaços, sem embaraços, para a vida continuar.
Voltando à velha aldeia, tudo é pensado e concretizado, a ter a sua livre alcateia.
Ali o Homem está longe de ser empecilho, nem há gatilho, nas mãos de um monge.
E o povo é consciente, deixa tudo limpo, com afinco, para a Natureza presente.
Afastados eles estão, animais, senhoriais, vivem sem altercação.
Jorge Humberto 18/02/11
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