
MAR DE OUTRORA
Data 02/02/2011 16:26:48 | Tópico: Poemas
| Junto ao precipício de mármore, ondas revoltosas, impõe-se contra as rochas, fragmentadas, para depois, numa mansidão, voltar ao mar de outrora, buscando as próximas ondas arenosas.
Da minha lonjura, observo tudo isto, e acentua-se tremendamente, nas águas, o seu distinto vai e vem, com ondas cavalo, de crinas ao vento e galgos, de espuma branca, enfrentando redemoinhos.
Mas onde o mar é mais plano, pontos negros, de navios, no seu ir algures, ou nenhures (depende de minha imaginação), desenham-se a a horizonte, com lassos fumos negros, misturando-se com o azul celeste.
Algas aglomeram-se junto às pedras, e pequenos (vistos de cima) leões-marinhos, parecem brincar, com as verdes plantas, que junto à costa, fazem seu poiso, brincadeira para alguns, alimento para outros, com alguns ovos à deriva.
Jorge Humberto 02/02/11
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