
MUSA
Data 01/09/2007 16:04:47 | Tópico: Sonetos
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Que o rocio da madrugada lave o teu rosto, Trazendo-lhe a paz necessária e dilecta. Que sintas meu amor como da uva o mosto, Cercando-te de carícias, da fruta predilecta.
E que o rio altaneiro (ligeiro) beije tua fronte, Tendo o céu por testemunha e o azul por juiz. Jamais esqueças que te amo e que defronte De ti corram soltas, mil águas de um chafariz.
Porás o teu vestido de organdi, flor no cabelo; E à cintura, cinta de cetim, cingindo teu ser Perfumado, nas alamedas do meu viril anelo.
Rosas e sândalos, perfazem o teu caminho, Onde te espero a cada novíssimo amanhecer, Para caminhar contigo o meu eterno carinho.
Jorge Humberto 31/08/07
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