
gênese
Data 11/12/2010 16:01:04 | Tópico: Poemas
| (meus filhos)
dulcina
se o vosso corpo cresceu a culpa não me pertence que disso não tive parte. bem queria que fosse eterna criança sempre sorrindo, quando dormia, e que me acordava assustado quando soltava um soluço mais profundo.
nara
você é tão doce quanto aquela flor em botão que eu plantei um dia, no folha verde-escuro do cactos que cresceu no quintal de nossa casa. a flor não sei se abriu; o cactos não sei do seu fim. também ele era tão sério, tão sisudo!
yago
cada instante de silêncio não dava uma resposta para o vácuo que havia. você era o nada que existia! chegou choroso, bravo, broto murcho de roseira, era um espasmo de agonia. realce de magia? não, não era uma ausência, era fruto que vem de dentro na essência do amor que do coração explodia.
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