
Apetece-me escrever um poema político
Data 16/11/2010 13:27:50 | Tópico: Poemas -> Sociais
| Nesta praça não crescem figos A autarquia é soberana Leopoldo comigo nunca falou, nem dele sabia Bronze obediente lá deixou O Estado, o novo e o velho A excepção, num cavalo, D. João O Primeiro Rei de Portugal pela graça de Deus, escreveu E Deus com a mesma graça Consente Aos pombos, que nem votam, no arguto senhor obrar São obras destas que me deixam imensamente triste Pombos e pombas, aproveitem a inspiração e escolham a regra A regra dos eleitos, esses todos e eles são muitos Ser eleito é ego invejado ao espelho, eles são Eles queimam o sim e o não Sem sequer a frase acabar e o directo começar Morrem valentes em combate, entre vielas de votos indecisos Democraticamente precisos Palco minuciosamente cuidado Sempre faltaram votos à excepção Sempre faltaram votos aos que fizeram de Portugal Até à morte a sua última razão
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