
ORA CHOVE ORA FAZ SOL
Data 31/10/2010 17:52:29 | Tópico: Poemas -> Esperança
| Hoje acordei com o sol despontando, nos meus olhos, e eu voltei a adormecer, no jugo dos raios solares.
Não chovia estava com se em linda primavera, pendurando sua luz, nas janelas das casas e nas árvores, podadas.
Acordando de vez, triste me foi ver que o sol, tinha desaparecido, e o que o céu estava escuro como breu.
Domingo por si já é triste, mais ficou com os cinzentos pardacentos, a varrerem a imensidão, do que foi sol, outrora.
Lá em baixo o rio está inquieto, indo ao sabor do vento, que zurze revoltado, assobiando sua força, que despoletou com a chuva.
A chuva já galga passeios, indo de encontro às casas e estabelecimentos, deixando tudo revolvido e as gentes sem saberem o que fazer.
Nisto, de vez, a chuva resolveu, que já era tempo de parar e de dar descanso às pessoas, que varriam as águas de suas casas, tirando toda a lama.
Mas como é quase Inverno, temos de estar preparados, para com o que a natureza nos apronta, e, de novo, a chuva tomou conta do clima, por cima dos prédios.
Telhas musgosas, precipitam-se em escoar, suas águas em excesso, na direcção do chão, formando perfeitos círculos.
Não se vê ninguém na rua, porque o frio também fez lugar, no tristonho dia, que ora chove e enegrece as nuvens, ora pára para nos alegrar.
Que nostalgia, das borboletas e dos pássaros, chamando seus parceiros, emigrantes, voando excelsos, para outras terras, mais quentes.
Jorge Humberto 31/10/10
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