
vela objectiva: ou das das artes de estar a mais sem ser uma soma
Data 18/10/2010 20:19:08 | Tópico: Poemas
| um funil resume o europeístico a auschwitz sem corante sem caronte a barca rota nos fundilhos que não afunda nem navega os óbolos sabem a hóstia es_carro es_carro es_carro
e enquanto se vê passar comboios sem que existam carris esculpe-se espirais nas lápides sem cinzel atropelando as unhas na carne sem lâmina porque o amadurecimento se cinge ao verde e sabe a pepino
quero ser atropelado pelo rinoceronte quero ser atropelado pelo rinoceronte quero ser atropelado pelo rinoceronte
mas as cicatrizes são a fissura dos tijolos nos tijolos que não existem sub_sistem as cicatrizes cruzes cruzes cruzes
por exclusão de partes sem as artes três vírgula catorze quinze noventa e dois ad nauseam ad infinitum ou ser canto no círculo campestre concentrativo irromper desencanto mas quero ser concentrado centrado centrado centrado
conseguir ultra_passar arames farpados com a boca abotoada limpando-os do meu sangue com suores re_vejam-me carne e osso
vela objectiva inexisto equação de dramaturgia tribal sem peyotl caquetismo catecista caciquista o descacto
e segurar a chama estática perante a estatificação homem-estátua antes de falo_cimento amor_gue amor_gue amor_gue
assistência sem insistência ao ego_sem_trica interromper a metamorfose em castiçal aguçar o dente no falo do linchamento sem lince_lamento ocultar prometeu entre as nádegas pré-fácio no pós-fácio inter_est_ício e mapear no ratângulo internético a esclavitude pois antes esta que a personagem do nada
desmaterialização materialização ria_lização
ah ah não acrescentando posteriores ilações
|
|