
PARANOIA
Data 27/09/2010 19:58:04 | Tópico: Poemas
| Entre o justo e o incerto, Entre o querer e o precisar, Perdido nesses entremeios, Buscando o princípio do começo, Do fio da meada do meu pensar.
Buscando na vida a agulha da palha, Querendo entender a outrem por primeiro, Perdoando o que não devo, só por comodidade, Criando o emaranhado da paranóia do eu, Teia da vida das aranhas fantasmagóricas.
Paranóia nos versos e por si só, Confusas reflexões dos verbos do poema, Subjetivas conclusões implícitas nos resultados, Equações incertas nessa matemática ilógica, Da cronologia do pensar, só por pensar.
Entre o céu e o inferno, Entre o lúcifer e todos os anjos, Entre o absoluto da vida e suas incertezas, Que se percam todos os amores, todo sentimento, Menos os meus - e por mim.
|
|