
SEM PRESSA CHEGUEI A CEM
Data 10/09/2010 20:48:36 | Tópico: Poemas -> Alegria
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SEM rumo, SEM direção acabei perdida. Carregando comigo mais de CEM pensamentos Que invadiam meu juízo SEM cabimento Entre CEM suspiros fiquei SEM saída
A garganta trancada SEM voz A mente fugindo como CEM vendavais Buscava SEM medo atravessar temporais SEM armas num combate ante a vida algoz
Desenhando meus CEM poemas como bordados Tecidos SEM receios de serem aceitos Com CEM opiniões dizendo serem feitos Pela mistura de CEM sentimentos abafados Se andei SEM rumo pelo caminho poeirento Nas palavras postas em CEM poesias Acalmaram-se minhas CEM agonias No luso poemas melhor que CEM ungüentos
SEM talento, ou muitas vezes SEM amores. Derramei minhas CEM lagrimas sofridas Que continham CEM milhões de chagas doídas Em poesias SEM cores ou SEM sabores
Digo ao luso poemas SEM demagogia Que me aceitou sem apelos e SEM cobranças Publicando minhas CEM poesias entre tantas Onde mais de CEM poetas liam a cada dia
Meus CEM obrigados de coração Aos mais de CEM amigos poetas desta seara Que talentosos leram-me SEM vergonha na cara SEM censuras libertaram minha emoção
Bem, deixo aqui meu 100º poema escrito feito brincadeira. Em maio do ano passado, numa viajem pela internet encontrei o Luso Poemas e me deliciei com tantos textos e poesias. Fiquei maravilhada quando vi que muitos eram amadores, e que de forma simples poderia se aliar a esta marcha de escritores, que derramavam emoções através das palavras. Eu, que nem sempre fui muito bem aceita com minhas idéias e sonhos, me expus sem receios aqui. Adotei o pseudônimo de Branca, e carinhosamente meus amigos poetas me chamam assim. Não vou falar de nomes, pois injustamente eu poderia esquecer de alguém, mas sou grata a muita gente aqui que me ajudou a crescer e a não parar de escrever. Um grande abraço a todos vocês que aqui viajam no mesmo vagão... Muito obrigada. Branca
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