
ODE À NOSSA VIDA
Data 01/06/2010 17:58:44 | Tópico: Poemas -> Sociais
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Se eu soubesse com antecedência o que o mundo espera de mim, mais fácil seria para mim agir, no entanto mantenho-me humilde ao que me cabe.
Altruísta até mais não dou de mim o que tenho e o que não tenho, só sou gente quando estou a dar ao outro e aos demais que estão à minha volta.
Nunca me pesa ao que dou porque dou sem dizer que o faço e me afasto dos louros e das glórias efémeras, com a maior das facilidades que sói fazer.
Sei perdoar a quem me tem ofendido mas não sou obrigado a conviver com a má energia emanada por certas pessoas, aí me abstenho e sigo a minha vida.
Não sou omisso sou bem claro no que quero para as pessoas, para o mundo, que estes se irmanem e acabem com a cobiça pelo dinheiro e pelo poder.
Este mundo, este mundo é um desejo de poder e nada mais, possamos reverter este sentido e sermos mais activos no que queremos para nós próprios.
Sermos mais humildes precisa-se aqui dar como quem não dá, falar como quem cala, na profunda convicção de que o mundo espera de nós e nós
esperamos do mundo. Temos por isso de aprender a ser mais flexíveis e não termos medo de nos entregar aos nossos irmãos mais próximo de nós.
Despirmo-nos de todos os preconceitos e de estigmas nos libertarmos, deixará os negros corvos da inquisição sozinhos e sem hipóteses de nos difamar.
He-la-ô! He-lá-ê! Vamos construir um mundo novo onde todos se entendam usando a mímica do corpo e dos olhos para usufruirmos do bem-estar agora.
Jorge Humberto 31/05/10
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