
(manifesto) reed
Data 14/02/2010 07:10:12 | Tópico: Textos -> Crítica
| No laboratório do instrumentalista, Hospício de atmosferas educativas, celebra-se a transformação generalizada pelos cambiantes mutantes de ortografias e biografias.
Omens sem H e mulheres reclusas das instituições semi-religiosas criam uma espécie de catedral cosmopolita, que mais parece pela confusão, uma torre de babel arruinada, repercutindo propagandas de inteligência, o que já não é mau de todo, às eloquências influentes.
Desdenham, porque não sabem desenhar, a admiração pela percepção sentimental, quando depois de um dia de trabalho são banalizadas para os grandes oceanos dos livros de cabeceira, -livros light que de luz e leveza nada têm.
estes omens e estas mulheres são dotados de uma extraordinária memoria...memoria suicidaria! esquecendo-se facilmente, da Audácia, da importância da palavra e da liberdade de criar e dizer seja o que for,
é compreensível( o 5 de Outubro já faz algum tempo) e por mais que esboçam honestidade o resultado final não é mais do que um rascunho insignificante ( estou a ser bonzinho) de um momento furtivo.
quando se pede uma Voz activa, segura, assertiva... o exigido canto do cisne, não passa mais do que um engasgo escandalizado, sem excepções ou ornamento pelo manifesto verificado! pede-se cordialmente discussões e o resultado são tumultos de canções roucas, um arroto distraído e o eco que se ouve, está claramente infectado por este novo vírus proveniente de uma vara de porcos!
Conclusão: os intervenientes são uns frustrados falhados.
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