
ATO I E ATO 2
Data 10/07/2007 13:06:51 | Tópico: Poemas
| ATO I
Mavioso semblante anexo a "Flor de Vênus" E a pequena flor desbotada por uma "Espada Cortante". Sangram sues vasos quando se ocli a flor.
Flor tateante, tatuando este semblante Em comunhão de carne, alma que arrebatem.
E sangue que escorres exoticamente Pela Flor - Rosa de vida e morte a um estado Sublimemente a fazendo delirar, vesga De dor e prazer natural. Espada cortante, Viril que penetra os suaves gemidos e os sentidos Que traz turvo o pensamento.
Por: Davys Rodrigues de Sousa.
ATO II
Ô Amante, abras os céus para teu navegante, Aqueças os países bálticos de teu amante. Onde te encontras para mim? Onde te repousas, sereno, amantes, repousas O meu leito, o meu amor que ide Até ti em prece ou último pedido - Que voltes a estar ao meu lado Para que enfrentemos as nossas quimeras.
Visões queimam as estrelas que te procuram E o anseio enlanguescia minh' ardente alma. Outrora, beijos de primícias se instalam, ainda, curam Boas feridas! E a materialização desta calma Argila transforma-me a alma, espinhos.
Os suspiros congelam-se na porta, espiam! Ô Amante, por que fugiste? Dei-te a maturação quando foste, ainda, menino De aceitar alugares o conhecimento de vida.
Ô Amante, cativas a ti: O meu amor, minha ânsia de amar, meu crime, Minha culpa, meu medo!
Drucat Igner Rumpere in Vitae. Ô Amante rompeste comigo umbilicalmente Todas as nossas crenças para renová-las, Mas, abandonaste-me em consolo noturno.
Por: Davys Rodrigues de Sousa.
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