
(sei que existe o zero) reed.
Data 28/12/2009 16:37:46 | Tópico: Poemas
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a incerteza é uma vontade desordenada é um caos em turbilhao no consiente alterado
é um querer num crer assumido e é um brilho metálico de luz
um acto consentido vem pelo sorriso dos ossos
ossos dos ossos enquanto o corpo de fogo dança a valsa geonologica (o amor) -o ardor da femea e a incerteza nao é mais do que sentir-te!
exposiçao do sentir exposiçao desta loucura desta genialidade composta subjugada ao primordial comodismo recalcado
(passaros livres somos nas suas asas de um mar menor e numa onda de pedra salgada uma voz)
quero beijar a terra lavrada de luz
e comer o seu corpo o verme o vegetal e a carne a carne do verme só assim bebo (quem somos?) a contemplatividade de um pensamento feito.
(sei que existe o zero.)
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