
ECO DE NATAL
Data 25/11/2009 17:08:30 | Tópico: Poemas -> Natal
| Eco de natal
Num sonho, de que não quero acordar, Extasiado, por julgá-lo bem real, Senti na alma que o mundo estava a amar, Tomando à letra o espírito de Natal, E dava ao homem o sentido fraternal.
Nascia, bem cuidado outro universo, Abandeirado! Milhentos pavilhões! Talismã de um novo manifesto). Alegrava-se e bendizia as multidões, Levantando o respeito das nações.
Demonstrando que nascemos para amar, Extirpava a ideia de matar.
Excluem-se as guerras, a tirania, Sobressai a paz, o direito igual, Primavera sempre! Sem xenofobia. Erradica-se o vício, o conceito do mal, Reina a humildade, eco de Natal. Andam de mãos dadas o velho e o novo, Nega-se a pobreza, a vaidade, a ira, Calam-se as bocarras, antro da mentira, Aviva-se o amor, eleva-se o povo.
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