
Sou eu...
Data 06/11/2009 13:41:58 | Tópico: Poemas
| Sou a prosa mais sublime ao nascer do dia, Sou o acontecimento que te trás alegria, São estas letras que te faz levantar a cabeça e sentes que já chaga, Chega de perder tempo a ouvi-los a ladrar, Sou como devo de ser e com isso ninguém pode evitar, Sou eu quem tem a chave para abrires a porta que ainda te falta abrir, Sou eu o passo que te falta dar para que possas sorrir, Sou o Deus ao ser que mais amas nesta vida, Sou a linha de erro que te faz duvidar, recusar, Posso não ser o melhor exemplo, mas podes inspirar, Sou o poema à luz da noite, que nunca mais esqueces, Não só pelo amor que tenho, mas pelo amor que mereces, Sou a maturidade que o arrependimento de ofereceu, O que sentes é verdadeiro, sobre a humildade do coração, A vida de palavras que te chama a atenção, Trocava todos os comentários, por um só abraço honesto, Sou metade da tua felicidade, guarda o resto, Nem com lágrimas nas cara vou deixar de ter orgulho, Sou o silêncio que te fecha a boca e fazes barulho, Tenho o meu próprio empenho, de um sorriso infinito, A protecção que preciso, está frente ao verso do meu rosto, Preocupado em ser o que quis ser, não o que era suposto, Sou o grito de raiva, num suave caminho que te envolve, Sou eu quem confias, que o respeito te devolve, O reflexo em frente ao espelho da imagem que me guia, Sou a calçada cruzada que vês todo o dia, Invejado por muitos, odiado por alguns, Cobiçado por todos, influenciável por nenhuns, Sou a moeda atirada ao ar, sou face e coroa, Sou o horizonte que desejas e que te mágoa, Tenho motivos para me admirar, orgulho no que sou, Recuso de vós provar nos julgamentos que serão em vão, Realizo o sonho da tua cunha, enquanto escrevo este refrão, Todos os comentários são críticas sem fundamentos, O desprezo que te entrega ao ocultador de sofrimentos, A todos aqueles que observam á espera que me espalhe, Que eu seda, que eu quebre, que desista, que eu falhe, Serei uma eterna desilusão interna, à sombra da vossa volta, O tempo que te escapou e nunca mais volta, Noites acordadas à sofrer por quem nunca me amou, As cartas feridas deixei que o tempo não apagou, O meu sorriso salgado, que estas linhas me roubou, À espera da promessa de amor eterno que não chegou, Suspiro ao ouvido, a espera da vibração te acalmou, A carta sobre a mesa que a vida ainda não acabou, Sou a letra que adoras que a tua memória guardou, Luz da esperança, que nunca te abandonou.
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