
sem titulo
Data 27/06/2007 00:10:29 | Tópico: Acrósticos
| “Durmo em desesperos profundos Tormentas em cálices puros E infectados de ambições Sonho estar metafisicamente vivo Quero entrar em transe profundo Acordar ao fim do dia Voltar a dormir na manhã seguinte Falo poeticamente da desgraça, Sublimo meu resfriado coração Ao passo da sua rotina Vôo aos vazantes ares novos Tudo era sempre esperado Tudo vilmente escorraçado mar adentro E as lágrimas já não ardem tanto, Tanto que nem as tenho Tento não ser-te sonho Tento estar no dia, em dia Em grande letargia com o mundo Nem sempre tenho sorte; Hei, ainda não vá embora... Mostre-me como se sorri Leva meu sangue e o destile” Ouro Preto, 26 maio 2007)
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