
Silêncio
Data 07/04/2006 13:09:27 | Tópico: Poemas
| Deixei-me ao silêncio aquilo que introspectivamente se efetuara Consequentemente transcrito ao meu quotidiano que enfadonho prossegue Como se prescrevesse aquilo que outrora coexistia e ainda me delinquía enxergar Deixe-me ao silencio outrora choro incontido do amor rotineiro que não volta Assim como o inelutável que não cessa que calado sofre as dores por não compreender o teu libertar que contrario ao meu desejo fora Deixara-me ver o amor ao cego,a gritar paixão ao surdo Pois tudo que se efetuou,existira apenas no calar do peito Deixei-me ao silêncio pois ainda insistia em acreditar que na perfeição platónica Encontrarias em mim aquilo que na verdade espreitava de ti... Quão puro é amar,ou seria inocente? A procura das repostas que não se encontram gera apenas a estuga dos passos que percorre a ansia Sendo o almejo da alma malogrado resta apenas perguntas que se tem como respostas apenas o silenciar do acto,facto,ora como esperar respostas daquilo que muda sentias,não vive,apenas coexiste em meio ao desejo,achava-me erudito daquilo que nem mesmo me perguntara...Desejo compulsivo de outrora um tanto enfático visto imprescindível Hj enclausurado,titubeando aos adereços do plano,vitimado daquilo que dantes fora o suposto efectivo e agora apenas o triste e amargo facto. Deixei-me ao silêncio,não que minh’alma há de se tornar muda ou que ainda quisera balbuciar-te algo,apenas o meu desejo que ao tactear o sonho,impusera então ao acto,facto! Assim apenas me desvaneci no silêncio...<br />
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