
Wild Blood (Sangue Selvagem)
Data 12/10/2009 07:46:52 | Tópico: Poemas
| Wild Blood (Sangue Selvagem)
Há um misto em mim de Luz e Forma que magoa e me abraça por dentro, que me queima e arde sem eu querer. Há uma noite escura, negra, insolente e agreste, que devora o meu pensamento. Deixa que te deixe, deixares-me levar-te no queixume do murmúrio perpétuo. Deixa que te deixe, deixares-me acordar dentro de mais um dia, oculto pela tempestade violenta de mais um nascimento. Deixa-me deixar-te que ocultes o Sangue Selvagem, que dentro das minhas cavernas reina. A Luz brilha na Centelha luminosa que despedaça meus medos. Uma Luz Intensa que se veste com sentimentos meus. Acordei agora. Ainda é noite. A madrugada não chegará tão cedo. Vem. Deleita-te mais uma vez. A madrugada já sabe da violência dentro de mim. E dentro, o meu sangue é Selvagem. Cristalino e escondido, nas cavidades do meu ser.
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