
Rimas
Data 06/10/2009 23:56:37 | Tópico: Poemas
| Dia cinzento, só oiço o silêncio, Lá fora cai a chova desagradavel com issençio. Sinto-me tenso transparente como o vento, Águaceiros ligeiros nos meus olhos provoca mau tempo, Quando choro sai de dentro o choro vem p'ra fora, As lágrimas do meu rosto são dedicadas a quem me adora, As vezes eu pergunto-me se é o vento que me desloca, Se a força que eu disponha é mesma que me sofoca, Prefecionista, porquê o defeito que me provoca, Sempre exigente com quem anda a minha volta, Desculpas não as dou, não quer dizer que não as tenha, Abituado a ser feliz a tristeza me estrenha, Tenho o meu mundo do qual não abedito nem desisto, Tenho força de vontade mas num talento que insisto, É isto que me faz mover no fundo me faz crescer, Tento lutar pelo que quero para no fim eu ter prazer, Remedio Santo, Todo o mal eu sei que espanto, Alegria quando penso sem show-off num recanto, Edeias que eu planto sentado em qualque banco, Dificuldades aparencem sempre que o véu levanto, Vou tropessando, quando caio eu aprendo, A maior lição da vida é enfrenta-la sem ter medo, Essencial como o amor é calma e paciência, A minha vida é um livro, e que o final tem reticiências... Um caderno de experiência e que as folhas contam histórias, As palavras que se formam dicifradas são memórias, Imagens eternas com selecções aleatórias, Não hà preço no mundo que page o valor das minha vitórias.
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