
Rimas
Data 06/10/2009 23:50:19 | Tópico: Poemas
| Água imunda nesta rua, Deixa que ela escua, Lembra quem dá tudo e todo o tempo é sua, Sem dividas com o passado, é ao futuro que me dedico, Na harmonia do presente sem higoísmo e conflito, Foi hà muito tempo, mas já me lembro com saudade, O que vem tira o tempo, na sua cruél pontualidade, Recordo emucionado, todos aqueles que a mim me deram, Espero de eles todos, o que eles de mim esperam, E de mim exigem e intrudizo o meu fogo, Darei p'ra muitos DNA o Diogo, Mantem-se o mesmo mas com mais choros e sorrisos, Com planificações feitas que energem emprovisos, Bem pequeno falta pormenor e nitidez, Filtrar aquilo que vês, faz-te crescer como cd's, E do resumo que aqui fica um futuro que nos equilibra, Para a fraca aparencia, escondo as vezes muita fibra, E rua tem segredos só quem sente escreve um sonho, Sem telo cá sem o guardar é no peito que eu ponho, E visualizo sempre que necessito de algum apoio, O cheiro de um trapesano que é pisado e chamam saloio, Sei que custa não ter volta mas perdi a beleza no retorno, Mas clara parecia a amizada sem soborno, Sinto que cresci direito e minha mãe eu devo tudo, Mesmo vivendo meio diferente entendeu sempre o meu mundo, Sem experiência, torei-lhe muita paciência, Marcou com convivência e que me deu cor e transparência, Forte aparência, ambição e incistência, E se conheceres alguém assim, é pura coincidência.
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