Minha mesa quando está posta Até parece um altar Branca toalha que se gosta E o pão de Deus a sobrar. Queria parar a Primavera A esperança agasalhar Dos sonhos ficar à espera De os puder concretizar.
Trago minhas mãos vazias Meus sonhos embaciados No viver destes meus dias? Trago risos encurralados. Minha vida já está traçada Muro que hei-de transpôr Com pranto fiz a chegada Ao partir seja o que fôr.
Mais um passo, mais espinho Mesmo assim é curta a vida Caminho, é o fim do caminho Trago a esperança falecida. Mas prendo-me à Primavera Entôo cantigas de saudade Recordo a juventude, bela era! E como se foi o tempo da Mocidade
De saudade tenho o peito cheio Do futuro pouco adivinho Como pássaro no ramo com seu gorgeio Canto à Vida com carinho. Hoje os campos estão em festa Atapetados de bonitas cores - Em minha morada modesta Na mesa uma jarra de flores.
Que venha quem vier por bem Esta casa é Portuguesa com certeza Pão, vinho e amizade sempre tem... Pois se é uma casa Portuguesa?!
A última quadra lembra uma cantiga com o nome «É uma casa Portuguesa» e foi sim a lembrar-me dela que a escrevi. Eram umas simples quadras antigas que hoje transformei em oitavas. Será este o nome, pouco importa, não passam de simples, mas eu gosto, me lembram uns anitos atrás.
Apenas um segundo,só, são séculos não vividos contigo. São sombras numa vida de sorrisos em que vivemos. Pois sabes que o meu coração é tanto, tanto teu amigo E quando não estamos juntos no vazio nos perdemos.
Temo que algumas nuvens negras te possam esconder. Sombras essas que esconderiam a esperança e o amor. Quando estás ao meu lado sabes o nosso amor enaltecer És a minha vida, a minha alma és o Sol que nos dá calor.
Folgando o corpo cansado da nossa insanabilidade Demonstrei por momentos as minhas belas fraquezas Fraquezas que o amor tem mas que deixam saudade.
As mais lindas orquídeas acompanham o meu amor. Eu as ofereço com o meu amor todo feito de renda. Pois eu quero que o meu amor em ti seja minha dor.
Semeando sorriso colho alegria Com a semente da poesia distribuo palavras, meus dizeres, minhas angustias,e desejos. Brotará no meio do tempo um punhado de folhas escritas, algumas frases e, poemas , desfrutando o espaço, em curto tempo tudo estará florido. Floresceu na primavera, tão linda e duradoura , permanecendo até a chegada do outono. Vou colhendo as palavras espalhadas pelo vento.
A primavera vai... E volta. E o nosso amor? Cada vez mais forte. Tem uma raiz que Sempre desabrocha Ao cheiro das flores Tornar-se-á mais viçoso Quanto gozo. Amo-te, como a candura das rosas, o cintilar da lua. Como meus versos e prosas!
Estação das flores, estação da beleza em flor, primavera estação que te conheci flores me ofereceu
VERÃO
Estação do calor, do sol da praia, Estação das mais gostosas férias Nela começamos a namorar, Beijos você me deu.
OUTONO
Estação onde as folhas secam e caem, Estação cheia de magia, Estávamos no auge do nosso amor, Aliança você colocou em meu dedo.
INVERNO
Estação do frio, do aconchego, do amor, Estação para os amantes apaixonados Que felicidade, nos amando ainda mais, Trocamos nossas alianças, estação do nosso casamento.
Quatro estações, quatro ciclo da minha vida Quanto amor fizemos, quanta paixão vivemos. Quatro estações, muitas emoções.
A Vida é uma roseira, Trepadeira Com mais espinhos, que carinhos. Sobe por mim, se enrola ligeira Mas das rosas já a sombra se apodera Morre a pouco e pouco a roseira Viu passar por ela a Primavera.
Assim fica sem sentido! Plantá-la foi tempo perdido. Mas para meu sofrimento minorar Invento mil razões para cantar. Faço muros onde me abrigo E a roseira se esgueira Mas já com ela não brigo Trago-a sempre à minha beira.
É a vida uma roseira trepadeira, Já sem espanto nem desalento Deixamos correr os dias Já se adiantou o vento levou nossas agonias.
Meus versos estão de partida O coração não quero acordar Vou mentir-lhe, que é longa a vida! Ou dizer-lhe a verdade?! Que ele não quer enxergar.
Olha, olha aquela andorinha Como ela voa airosa! Passou junto a uma rosa Para acariciar uma borboleta Que nessa rosa estava poisada. Olha, olha aquele malmequer Que estende os seus brancos braços Prontos a dar a saber quem me quer. As abelhas vão beijando as flores Nesta estação dos amores Qua agora vem de começar. Olha.... naquele banco do jardim... Dois corações que se adoram, Quatro lábios que se devoram, Que querem? A Primavera é assim.
Nessa noite fria, Olhei em minha volta, A cama estava vazia. Um mar revolto surgiu Dentro da minha quimera Sonhos,sonhos,sonhos Mas nada de você chegar.
Vem para mim Rasgarei poemas para você Durante toda à noite Até o dia amanhecer, Apenas imponho a ti. Me abrace quando estiver aqui e cuide do meu tão sofrido coração.
Rasgarei poemas para você Para que seus olhos brilhem de prazeres apenas por mim.
"Pensamento do dia"
O amor é eterno,quando falamos nunca mais... Ressurgi sorrindo e nos acariciando cada vez mais forte...Elliana Alves
A música que ouço é: http://www.flogvip.net/ellianaalves/4995744 Ouçam...
Casa Comigo Fábio Jr Composição: Indisponível
Eu sem você sou pedaço metade, tô sempre a caminho e não chego Estou me envolvendo, tô apaixonado, feliz e morrendo de medo Mas ... casa comigo, casa comigo Casa comigo, meu amor Você quando fala parece criança e alcança de vez minha alma Me trata de um jeito que eu viro criança e alcanço também sua alma Casa comigo, casa comigo Casa comigo, por favor Deixa que eu cuido de tudo, que eu viro a tua vida de pernas pro ar Te arrasto daqui pra Paris ou pra uma cabana na beira do mar Casa comigo, casa comigo
O amor é eterno,quando falamos nunca mais... E ressurgi sorrindo e nos acariciando cada vez mais forte...Elliana Alves
Passados os dias da primavera, Que foram vividos com ardor, Amados com intensidade, Da juventude no frescor.
Chegamos ao verão ardente Que faz despertar em nós a paixão, Queremos que nossa vida nunca acabe E cometemos nesta fase todo tipo de loucuras.
É chegado o outono, tempo feliz da vida, Em que amadurecem as emoções, Equilibram-se nossos sentimentos E noss’alma amadurece também.
Quando em nós chega por fim, o inverno, Preparamo-nos para as mudanças Que conosco ainda ocorrerão... Tornamo-nos mais amáveis, mais ternos, Compreensivos e enchemos de afeto O nosso já maduro e apaziguado coração!
Poema INÉDITO Nesta Data Jales (SP), 20/Julho/2011 - quarta-feira – 12h45m.
A Primavera A primavera chegou mansa e cálida Com suaves sopros, colibris com Flores exóticas e perfumadas Riscando os céus em cores Germinando a terra com tanto Carinho e doçura! Tapetes que se estendem Além, num verde que contagia E nos envolve como mantos De paz, correr e inalar esse Perfume que vem da vida: O olor das rosas estas Que enfeitam minha alma, Guardo-a bem aqui juntinho Do peito meu, para somente Oferecer-te!
Enquanto as manhãs ensolaradas espreguiçam nos lençóis da noite meus olhos noturnos visualizam os pequenos orvalhos da saudade deitando sobre a relva das almas no sereno da solidão presente. Ao longe, um pescador debruçado sob a sombra de um salgueiro centenário olha sua existência renascida passar nos reflexos das águas cristalinas diante da margem do rio onde aprendeu a pescar seu alimento. Eu tirei o meu chapéu branco enfeitado com pequenas margaridas para saudá-lo numa daquelas manhãs e quando ele se virou para olhar quem era a emoção inundou os seus olhos acompanhada por um sorriso iluminado. Ele pronunciou meu apelido de infância: - Toco! Depois daquele encontro existencial eu aprendi a pescar meus sonhos e alimentar minha alma com sorrisos enquanto meus pensamentos viajam pelos caminhos eternos da esperança de poder reencontrá-lo um dia numa das manhãs ensolaradas de setembro.
a existência é agora um vale solarengo abrigado do vento, onde o verde ainda verdeja no tempo que resta sinto que a vida ainda me beija.
sei-me espiada pela morte sorrio, e deixo-me à sorte sou agora uma expectadora se o meu barco já não sai!? que importa? sou ainda sonhadora. já se pôs em mim o sol mas ainda é doce o escuro nem riqueza, nem pobreza nem ambição desmedida procuro, assim caminho na vida.
levo este poema a meio sinto-me como um artífice maior digo-o sem qualquer receio poesia é meu bem melhor sinto o mundo à minha volta sou tentada a acreditar que um dia... a felicidade se solta e fico a discorrer, que a paz há-de vingar.
meu pensamento é como um cata vento, em abono da verdade vou colhendo frutos da memória, outros da imaginação sem dar descanso ao coração. ora triste ora dourado meu olhar cansado ainda verdeja, volta e meia uma lágrima o beija.
a vida é a mesma de sempre só o mundo mudou, mas meus sonhos são de outra era à vida chegou o outono mas ao poema, a primavera.